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Quando preciso fazer geometria e balanceamento no carro?

Alguns cuidados simples com a manutenção da suspensão do seu carro, garantem que a vida útil de seus pneus aumente consideravelmente, além de aumentar a segurança durante a condução do veículo pelas vias. A geometria (ou alinhamento, como é conhecido em alguns locais), e o balanceamento  são essenciais para o bom desempenho de veículo, pois garantem o perfeito funcionamento das rodas e do sistema de direção. Sabe aquela sensação de ter “o carro na suas mãos”? A geometria e o balanceamento são os responsáveis. 

Mas você sabe qual a função da geometria e do balanceamento? Dá uma olhada logo abaixo  que vamos te explicar rapidamente.

Geometria ou alinhamento

A Geometria é o processo de alinhamento dos ângulos das rodas, para que essas possam trabalhar sem esforços, ganhando a aderência prevista no terreno e possibilitando que a direção do carro se comporte como os engenheiros projetaram na fábrica. Ao realizar esse tipo de manutenção, as rodas do seu veículo serão perfeitamente alinhadas. Esse processo garante que o carro poderá circular normalmente, sem forçar o sistema de direção.

O ideal é fazer uma geometria/alinhamento a cada 10.000 quilômetros, ou quando realizar alguma manutenção nas rodas, pneus ou na suspensão ou ainda, pegar algum buraco maior na via. Poucos realmente sabem disso, mas a geometria  deveria ser feita como uma troca de óleo. Com isso, garantiria a segurança de rodagem do carro como projetado na fábrica e a durabilidade dos pneus e suspensão. 

Quando for fazer geometria no seu carro, fique atento ao tipo de equipamento utilizado, pois existem alguns tipos inferiores e de baixa qualidade. Na Pippi Pneus, utilizamos o mais moderno sistema para o alinhamento, a geometria/alinhamento em 3D.

O sistema 3D é diferente dos outros. Essa tecnologia aumenta a precisão e ainda reduz o risco de perda de calibração dos equipamentos, já que os sensores estão fixos e os refletores nas rodas não precisam calibração. O alinhamento 3D deixa o carro com as características de fábrica. Legal né?

Balanceamento

O balanceamento consiste em garantir que o veículo esteja com as rodas perfeitamente equilibradas, através da utilização de pequenos contrapesos de chumbo nas rodas. Esse processo garante que a dirigibilidade seja melhorada, assim como a estabilidade do veículo.

O balanceamento deverá ser feito sempre que você sentir uma trepidação anormal no volante. Outra recomendação é fazer o balanceamento do carro ao executar a geometria/alinhamento dos pneus para ficar com o conjunto todo ajustado.

Rodas tortas, ocasionadas por buracos nas ruas, são um dos problemas na perda do balanceamento. Nos casos mais severos, as vezes é necessário concertar as rodas através de um serviço torno para conseguir corrigir o balanceamento.  

Conclusão

Muitas pessoas não dão a devida importância para esses 2 itens, porém, esses processos garantem que os pneus durem mais, que o consumo de combustível não seja ampliado e, principalmente, que sua segurança ao dirigir não seja comprometida.

Procure sempre um bom profissional para realizar estes serviços. Não comprometa a sua segurança e de sua família. Uma dica é procurar um autocenter, como a Pippi Pneus, pois terá a disposição, profissionais altamente qualificados, equipamentos de ponta e todos os serviços que você vai precisar para sua suspensão, rodas, freios e pneus.

O que é índice de carga?

Índice de Carga

O índice de carga de um pneu é um código numérico que corresponde à carga máxima de peso que um pneu pode suportar sob sua máxima pressão de calibragem. Para saber qual o índice adequado para o seu carro, basta que o código do novo pneu seja igual ou superior ao do pneu original. Para saber o índice de carga de um pneu, basta consultar o código que vem logo após a medida do pneu (Exemplo: 175/70R13 82T) e consultar na tabela de índice de carga (abaixo) a capacidade em Kg correspondente.

Índice de cargaPeso (em KG)Índice de cargaPeso (em KG)Índice de cargaPeso (em KG)
75 387 97 730 119 1360
76 400 98 750 120 1400
77 412 99 775 121 1450
78 425 100 800 122 1500
79 437 101 825 123 1550
80 450 102 850 124 1600
81 462 103 875 125 1650
82 475 104 900 126 1700
83 487 105 925 127 1750
84 500 106 950 128 1800
85 515 107 975 129 1850
86 530 108 1000 130 1900
87 545 109 1030 131 1950
88 560 110 1060 132 2000
89 580 111 1090 133 2060
90 600 112 1120 134 2120
91 615 113 1150 135 2180
92 630 114 1180 136 2240
93 650 115 1215 137 2300
94 670 116 1250 138 2360
95 690 117 1285 139 2430
96 710 118 1320 140 2500

AtençãoJamais utilize um pneu cujo índice de carga seja inferior ao índice do pneu original do veículo. Calibragem abaixo do recomendado no manual do veículo resulta em perda de capacidade de carga.

O que é índice de velocidade?

Índice de Velocidade

O índice de velocidade é um código alfabético que corresponde à velocidade máxima na qual um pneu pode rodar, com veículo carregado com carga máxima. Para saber qual o índice adequado para o seu carro, basta que o mesmo suporte uma velocidade igual ou superior ao do pneu original. Para saber o índice de velocidade de um pneu, basta aferir o código que vem logo após o índice de carga (que por sua vez vem após a medida do pneu - Exemplo: 175/70R13 82T) e consultar na tabela de índice de velocidade (abaixo) a velocidade correspondente. Quanto maior o índice de velocidade do pneu, melhor será seu desempenho responsivo, mesmo em velocidades mais baixas.

Índice de velocidadeVelocidade em km/hÍndice de velocidadeVelocidade em km/h
G 90 S 180
J 100 T 190
K 110 U 200
L 120 H 210
M 130 V 240
N 140 ZR >240
P 150 W 270
Q 160 Y 300
R 170    

AtençãoJamais utilize um pneu com índice de velocidade inferior ao do pneu original do veículo. Calibragem abaixo do recomendado no manual do veículo resulta em perda de capacidade de suportar altas velocidades bem como perda de estabilidade e dirigibilidade. Respeite sempre os limites de velocidade das ruas e estradas.

Quais os tipos de pneu?

Tipo

Sem Câmara (Tubeless, TL): Pneus que possuem um revestimento interno que dispensa o uso de câmara de ar. Todos os carros de passeio e camionetes atuais utilizam pneus sem câmara. A roda deve ser adequada a essa característica também. Neste caso usa-se uma válvula para pneus sem câmara, que deve ser trocada toda vez que se substitui o pneu velho por um novo.

Com câmara (Tube Type, TT): Pneus de concepção antiga e que necessitam de câmara de ar. Jamais devem ser montados sem câmara de ar. Jamais utilize câmara de ar usada em pneu novo. Observe também se o pneu usa protetor de câmara de ar (freqüente usados em caminhões, empilhadeiras, máquinas de terraplenagem e mineração).

O que é aplicação?

Aplicação

Vias pavimentadas: Pneus feitos para proporcionar máximo desempenho quando utilizado em vias pavimentadas (asfalto, concreto e similares), mas que eventualmente podem ser utilizados em vias não pavimentadas.

Todo Terreno (terreno misto): Pneus feitos para proporcionar equilíbrio de desempenho entre uso em vias pavimentadas e uso em vias não pavimentadas.

Terra: Pneus feitos para proporcionar máximo desempenho quando utilizado em vias não pavimentadas (terra, lama, pedras), mas que eventualmente podem ser utilizados em vias pavimentadas.

Quais os tipos de desenhos?

Tipo do Desenho

Simétrico: São pneus que podem ser montados sem que seja necessário observar sentido de rotação ou lado externo/interno. A maioria dos pneus é assim.

Assimétrico: São pneus que possuem lados interno e externo diferentes, combinando características de aderência, estabilidade e drenagem de modo mais elaborado que um pneu simétrico. Em uma das laterais está escrito "Lado externo" ou "Outside". Esse lado deve ser montado para fora, ou seja, do lado da face da roda.

Direcional: São pneus com desenho em forma de V e que tem sentido de rotação. Seu ponto forte é a alta capacidade de drenagem de água. Nas laterais está gravado, com setas, o sentido de rotação que deve ser obedecido.

Misto: São pneus de carga para uso em eixos direcionais ou livres em estradas de lama e pedras, podendo ser usado em eixos de tração em caminhões 6x4 ou 6x6. Tem capacidade de aderência superior em estradas não pavimentadas, bem como maior resistência a cortes e perfurações em relação a um pneu estradeiro.

Tração: São pneus de carga para uso em eixos de tração (também conhecido como "borrachudo"). Seu desenho proporciona a aderência necessária para que a potência do motor seja convertida em movimento do caminhão.

Direcional e eixo livre: São pneus de carga para uso no eixo de direção (dianteira) e em eixos livres (que não são os de tração). Seu desenho tem como características: baixa resistência ao rolamento, boa drenagem de água e alta quilometragem.

Quais os tipos de acabamento da lateral?

Lateral

Letras Pretas: Pneus cujas inscrições e detalhes da lateral não sofrem coloração diferente da cor preta característica dos pneus. A maioria dos pneus é assim.

Letras Brancas: Pneus que contém algumas inscrições em uma das laterais em letras brancas, geralmente Marca e Modelo do pneu. É comumente usado camionetes e utilitários esportivos. Pode ser usado com as letras brancas tanto para o lado de fora como para o lado de dentro da roda.

Faixa branca: Pneus, geralmente mais antigos (ou que equipam carros antigos), que tem uma faixa branca em forma de anel, circundando o aro.

Suspensão

Ruídos estranhos, solavancos, direção puxando para um dos lados, balanço excessivo, derrapagem nas curvas e aumento da distância de frenagem podem ser sinais de que o sistema de suspensão do veículo está com problemas. A manutenção das peças que compõem a suspensão é de extrema importância para a segurança do automóvel e do motorista. Veja algumas dicas.

A suspensão é um conjunto de peças e cada uma depende da outra para o perfeito funcionamento do sistema. Os amortecedores controlam o movimento das molas e mantêm o contato permanente dos pneus com o solo, proporcionando estabilidade. Os componentes articuláveis, pivôs e terminais, permitem a movimentação quase total do conjunto. Os coxins fixam os componentes na carroceria e evitam que as trepidações e oscilações sejam repassadas para o interior do automóvel. Por último, as bandejas ligam a suspensão ao carro, permitindo seu deslocamento no sentido vertical.

Se todos os itens estiverem em perfeita condição, o sistema absorve todas as irregularidades do solo e garante a estabilidade do veículo. Em boas condições de uso, assegura a aderência dos pneus, evita derrapagens e diminui a distância de frenagem. Mas se as peças estiverem desgastadas, a dirigibilidade do automóvel estará comprometida. Ruídos estranhos, direção puxando, balanço excessivo, derrapagem nas curvas e aumento da distância de frenagem são sinais perigosos.

Indica-se a verificação do sistema a cada 10 mil quilômetros ou quando o condutor notar qualquer anormalidade. Para isso, o consumidor deve escolher um local de sua confiança, com profissionais devidamente qualificados.

O consumidor deve optar por marcas melhores e desconfiar de preços muito baixos. Existem hoje muitas peças recondicionadas no mercado, que são de péssima qualidade. Peças recondicionadas não têm eficiência e a recuperação das mesmas é uma verdadeira armadilha para o consumidor.

Ter uma condução cuidadosa, respeitar os prazos de avaliação e manutenção comprar peças de boa qualidade e corrigir imediatamente qualquer defeito são atitudes que seguramente preservarão a suspensão do veículo, garantindo a segurança do motorista e demais passageiros.

Geometria Automotiva

A geometria faz parte do processo de alinhamento. Ela serve para o acerto de todos os ângulos que compõem o sistema de direção e suspensão dianteira dos veículos. Durante o procedimento, as medidas são feitas em graus e milímetros para verificar a distância entre os eixos, o cáster, e o câmber, de forma que as quatro rodas fiquem perfeitamente alinhadas, formando um retângulo.

O uso da geometria é feito porque a suspensão dianteira não é um sistema rígido. Por isso, seus pontos de fixação perdem a localização exata. Um veículo, pode perder o alinhamento por três razões: desgaste natural dos componentes da suspensão, passagem por irregularidades das pistas como buracos e quebra-molas ou por causa de uma colisão.

O ideal é que o carro seja alinhado de 3 em 3 meses ou  a cada 8.000km rodados e, no mínimo duas vezes ao ano. A falta da geometria exata do carro pode provocar desgaste prematuro dos pneus, instabilidade nas curvas e deixar a direção mais pesada.

É importante lembrar que cada montadora prevê uma margem de erro para a geometria. E que suspensões não originais, como as rebaixadas, a ar e com molas tipo rosca não atingem nunca os parâmetros especificados.

Cuidado com o Sistema de Freios

O sistema de freios evoluiu muito nos últimos anos, mas continua precisando de manutenção constante. Como funciona em alta temperatura e produzindo atrito, os componentes desgastam-se rapidamente. O pedal do freio baixo, o carro “puxando” para um lado durante as frenagens e um chiado acima do normal são sinais de que há algo de errado no sistema de freio. Além, é claro, dos vazamentos de fluido e dos sinais de ineficiência ou demora na hora de pisar fundo no pedal.

Segundo especialistas, ao pisar no pedal do freio, 70% do peso do carro são transferidos para a parte da frente, o que acentua mais o desgaste dos itens do eixo dianteiro, principalmente os discos e as pastilhas de freio. Atrás, a maioria dos carros contam com tambores e lonas como parte do sistema, componentes que também devem ser verificados, mas que geralmente exigem menos manutenção.

O estado dos discos e pastilhas, assim como o nível do fluido de freio, devem ser verificados a cada 5 mil km. Tanto o disco como a pastilha precisam estar dentro da espessura mínima recomendada. Insistir em usar pastilhas gastas não apenas prejudica a eficiência de frenagem, mas 

O sistema de freios evoluiu muito nos últimos anos, mas continua precisando de manutenção constante. Como funciona em alta temperatura e produzindo atrito, os componentes desgastam-se rapidamente. O pedal do freio baixo, o carro “puxando” para um lado durante as frenagens e um chiado acima do normal são sinais de que há algo de errado no sistema de freio. Além, é claro, dos vazamentos de fluido e dos sinais de ineficiência ou demora na hora de pisar fundo no pedal.

Segundo especialistas, ao pisar no pedal do freio, 70% do peso do carro são transferidos para a parte da frente, o que acentua mais o desgaste dos itens do eixo dianteiro, principalmente os discos e as pastilhas de freio. Atrás, a maioria dos carros contam com tambores e lonas como parte do sistema, componentes que também devem ser verificados, mas que geralmente exigem menos manutenção.

O estado dos discos e pastilhas, assim como o nível do fluido de freio, devem ser verificados a cada 5 mil km. Tanto o disco como a pastilha precisam estar dentro da espessura mínima recomendada. Insistir em usar pastilhas gastas não apenas prejudica a eficiência de frenagem, mas também desgasta demais os discos, o que acaba custando caro porque será preciso que sejam retificados ou trocados. No caso dos freios a tambor, além da regulagem, o mais comum é ter de alinhar as lonas e retificar os tambores.

Toda vez que as pastilhas forem trocadas ou as pinças de freio reparadas, também deve-se retirar o ar do sistema. Esse procedimento (conhecido como “sangria”) também deve ser feito todo ano, acompanhando a periodicidade de trocar do fluido de freio. Na hora de escolher a marca do fluido, o ideal é optar pelas mais conhecidas, levando em conta a especificação correta.

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